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Instalado em uma área de 497,53 m², com 1 tanque de decantação, 2 tanques de equalização, 2 cascatas de 15 m³ cada, e 1 tanque de adensamento de lodo, c/ capacidade de até 4 tratamento de 11 m³ a cada batelada, em um período de 20 horas.
Hoje, todo o efluente gerado pela Ibéria, proveniente do processo produtivo é reutilizado:
- Água de descarga da caldeira e do desmineralizador : regula o pH da água.
- Fábrica de cola : resíduos de fécula/amido de mandioca
- Água de retorno da forradeira : limpeza
- Impressoras : Água com resíduos de tinta, proveniente da limpeza dos tinteiros durante a produção.
Reutilizado “in Natura”, (sem qualquer adição de produtos químicos) na fabricação de cola para onduladeira, o excedente cerca de 60 m³ mês, não servindo para consumo humano, também é 100% reutilizado na fabricação de cola da onduladeira, e em alguns casos para limpeza dos tinteiros das impressoras e lavagem de clichês, ou seja em um ciclo fechado, reduzimos o consumo de água do nosso poço em 15 m³ dia.
Os resíduos sólidos gerados (borra de tinta) desse tratamento, cerca de 200 kg mês é armazenado em caçambas apropriadas e transportado para aterro próprio, devidamente licenciado e autorizado pela CETESB.
E com o intuito da preservação ambiental, a Ibéria iniciou em janeiro/2006 trabalhos voltados para redução na geração de lodo, caracterizado como “Resíduo Classe II não-inerte”, nesta data, a Empresa gerava 1,5 kg de lodo por tonelada de papelão produzido que foi reduzido para 0,15 kg, conforme mostrado no gráfico.
Resumo saída mensal do Lodo de janeiro a julho de 2006


Amparada por sua política, a Ibéria guarda suas lâmpadas de “Mercúrio” em local apropriado e envia todo este resíduo para a “APLIQUIM” empresa recicladora deste material, mantendo assim o seu ... respeito ao meio ambiente, pois o “Mercúrio” é um elemento químico encontrado em baixas concentrações no ar, na água e no solo, portanto presente também nas plantas, nos animais e nos tecidos humanos.
No entanto, quando as concentrações excedem os valores normalmente encontrados na natureza, há risco de contaminação do meio ambiente e perigo para a saúde humana.
A exposição aguda a altas concentrações de vapor, forma mais perigosa de absorção do mercúrio, pode causar no homem pneumonia, dores no peito, dispnéia, gengivite, salivação e, a longo prazo, tremores e vários distúrbios neuropsiquiátricos.

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